02/09/2012

Tudo pode!

E aí as coisas simplesmente mudam... o que era tão importante já deixou de ser...
Quem nada significava, começa a ganhar seu espaço!
Abertura total para ser conquistada. Que venham os pretendentes. Não importa quantos serão, quero a qualidade.
Cansada e esgotada na totalidade, das relações vazias, beijos sem paixão... sexo só pelo tesão.
As vezes acontece de trocar olhar com a pessoa que já tanto passou ao nosso lado. Mas dessa vez a troca é diferente.
E sinto as coisas mudando e percebo uma evolução...
Sem mais, sem menos, sem os tão conhecidos "SEs"... apenas o agora. Apenas o exato momento.
O Boa Noite muda e o Bom Dia desprende o sorriso.
O beijo, o carinho, o passar de dedos pelo corpo... a troca de histórias, a sede repentina... o nervosismo que estava tão sumido... Tudo vai dizendo que está na hora de desbloquear as trancas e abrir as portas. E esperar pelo nada e pelo tudo que pode acontecer.

30/04/2012

Maior paixão da minha vida!

Sabe aquela paixão louca, aquele pensamento que não sai da sua cabeça, aquela vontade de estar com o ser amado a todo custo, todo tempo. Não querer desgrudar nem um segundo???
Sabe como é se sentir assim, quase sem respirar quando não se pode estar junto? Contar as horas para estar perto?
Só pensar em dormir bem agarradinho? Só querer curtir a tarde de domingo juntinho??
Ah, eu sei como é estar assim. É um sentimento maravilhoso...
É muito bom ter a minha Bella para compartilhar todas essas delicinhas da vida! Esse é um presente o qual serei eternamente grata!

17/04/2012

Contigo tenho passado minhas noites!


Satânico é meu pensamento a teu respeito,
e ardente é o meu desejo
de apertar-te em minha mão,
numa sede de vingança incontestável pelo
que me fizeste ontem.

A noite era quente e calma e eu estava em minha
cama, quando, sorrateiramente, te aproximaste.
Encostaste o teu corpo
sem roupa no meu corpo nu,
sem o mínimo pudor!

Percebendo minha
aparente indiferença,
aconchegaste-te a mim e
mordeste-me sem escrúpulos.
Até nos mais íntimos lugares.

Eu adormeci.

Hoje quando acordei,
procurei-te numa ânsia ardente,
mas em vão.
Deixaste em meu corpo e no lençol,
provas irrefutáveis do que entre nós ocorreu
durante a noite.

Esta noite recolho-me mais cedo,
para na mesma cama te esperar.
Quando chegares,
quero te agarrar com avidez e força.
Quero te apertar
com todas as forças de minhas mãos.

Só descansarei quando vir
sair o sangue quente do seu corpo.
Só assim, livrar-me-ei de ti,

pernilongo Filho da Pu.t@!

Texto de Carlos Drummond de Andrade

11/04/2012

Seguir em frente!


Tantas pessoas que conheço se separam no mesmo período. “Era de aquários, momento de mudanças...”, me disse um amigo. Ainda assim, Fiquei impressionada. É incrível o quanto as pessoas tem se entregue a paixões que julgam ser amor e tem se ferrado. Mas ainda bem que tudo na vida é um aprendizado. Eu tive o meu.
Eu cheguei a pensar que a vida era sacana comigo, mas ganhei tanta ferramenta emocional e intelectual, que já me desfiz desta ideia. Penso em coisas que eu não pensava antes e me obriguei a fazer uma pausa para reflexão de atitudes minhas perante a vida. Precisei dessa pausa para perceber o quanto absurdas estavam as minhas atitudes e pensamentos perante um término. Somente eu não havia notado que o ciclo havia se encerrando há muito tempo, essa falta de percepção causou-me dor e sofrimentos desnecessários. 
Ninguém gosta de pessoas tristes, que se causem dor e sofrimento. Se somos capazes de fazer conosco, imagine o que não seremos capazes de fazer com outras pessoas?
Se a decisão do término tivesse partido de mim, eu gostaria de ter a minha volta uma pessoa dizendo que me ama e que ainda acreditava que valia a pena? Ou simplesmente iria querer que a pessoa entendesse e respeitasse o meu espaço e a minha decisão? Não tenho dúvidas em marcar a segunda opção. E aí me vejo em conversas onde todos os que estão sofrendo com os términos relatam suas lutas e batalhas intermináveis para fazer dar certo, para tentar um pouco mais...  e principalmente sobre suas tristezas em terem rapidamente sido trocados por outras pessoas.
E lá estava eu, extremamente encaixada nessa mesmice de pensamento. Mas aí parei para pensar:  ele nunca me iludiu, nunca me deu esperanças de volta... então por qual motivo eu pensaria que a pessoa iria ficar curtindo uma fossa por alguém que não queria mais compartilhar a sua vida? Assim como meus amigos (as), me sentia descartada, rejeitada.  Mas percebi que a culpa era única e exclusivamente minha por me sentir assim. Não fui descartada e nem trocada. Um ciclo havia se encerrado para ele há meses e eu não respeitei isso. Já estávamos separados então qual o problema de ele estar aberto para a vida? Com isso caiu a ficha de que não tenho o direito de me sentir assim e que não faz o menor sentido. A pessoa não pode ser julgada como mau caráter ou canalha por ter seguido com a vida. Simplesmente olhar a coisa toda de fora, mudou o meu ponto de vista, mudou totalmente a forma como me sinto em relação a ele. A mágoa passou.
Passei por uma relação avassaladora que começou e terminou com a mesma intensidade. Apesar do pouco tempo de convivência foi a relação mais favorável a mim e com a qual eu mais aprendi. Parei de pensar que as pessoas podem estar relacionadas ou direcionadas a algo. E ouvi uma voz dizendo: “Tu sempre acha que tudo tem haver contigo”.
Pensar que as pessoas não me devem satisfação, assim como eu não devo a elas, mudou tudo. Revendo mentalmente minhas relações, percebi do meu problema com perdas. Não gosto que as pessoas saiam da minha vida, mas às vezes é a coisa mais necessária e certa naquele momento. Não tive no passado e não terei no futuro, domínio sobre a pessoa que decidiu estar ao meu lado. Então eu penso: Se sei disso, por qual motivo tentei controlar tudo? E obviamente por não ter essa capacidade, acabei ferida e descontrolada.
E a pergunta da vez que cabe para mim e para todos que insistem em procurar motivos para o término de um ciclo é: Quem disse que era com essa pessoa que passarias a tua vida? Ninguém nos diz isso, nós é que estamos nos jogando rapidamente de mais para as paixões. O que só pode dar em arranhões e machucados.
Já escrevi antes sobre ciclos e sobre carência afetiva. Me percebi extremamente carente em diferentes situações. Já fui carente durante algumas relações e tive todas as minhas carências supridas em períodos que julgava estar sozinha. Acho que este é o meu melhor momento. Chegar a essa linha de pensamento me liberta para a vida e para as novas experiências que a vida vai me proporcionar. Faz parte da vida essas cicatrizes que nosso coração vai ganhando. Com elas vem a maturidade e maior responsabilidade pelas atitudes futuras. Posso agora agradecer por tudo o que aconteceu e por tudo de bom que estes acontecimentos me trouxeram. Mesmo a parte que julgava negativa, agora vejo como algo positivo. Então só resta agora erguer a cabeça e dar o próximo passo em direção a vida!


20/03/2012

( VALE A PENA LER ..)


Um médico entrou num hospital apressado..., depois de ter sido chamado para uma cirurgia urgente. Ele respondeu à chamada imediatamente, e mal chegou trocou-se e foi direto para o bloco operatório. Pelo caminho encontrou o pai do rapaz que ia ser operado a andar para trás e para frente à espera do médico. Quando o viu, o pai gritou:
- Porque demorou este tempo todo a vir? Não... sabe que a vida do meu filho está em perigo? Você não tem o mínimo de sentimento e de responsabilidade?
O médico sorriu e respondeu serenamente:
- Peço-lhe desculpa, não estava no hospital e vim assim que recebi a chamada. Agora, gostaria que você se acalmasse para que eu também possa fazer o meu trabalho.
- Acalmar-me? E se o seu filho estivesse dentro do bloco operatório, você também ficaria calmo? E se o seu filho morresse o que faria? - disse o pai visivelmente agitado.
- Ficar nesse estado alterado e de nervos não vai ajudar nada, nem a si, nem a mim e muito menos ao seu filho. Prometo-lhe que farei o melhor que sei e consigo dentro das minhas capacidades, disse o médico.
- Falar assim é fácil, quando não nos diz respeito, murmurou o pai entre dentes.
Passadas algumas horas, a cirurgia terminou e o médico saiu sorridente de encontro ao pai.
- A cirurgia foi um sucesso. Conseguimos salvar o seu filho! Se tiver alguma questão pergunte à enfermeira.
Sem esperar pela resposta, o clínico prosseguiu caminho visivelmente apressado. O pai irritado dirigiu-se à enfermeira e desabafou:
- O médico é mesmo arrogante. Será que lhe custava muito ficar aqui mais uns minutos para eu lhe questionar em relação ao estado geral do meu filho?
A enfermeira, um pouco abalada e quase a chorar respondeu-lhe:
- O filho do doutor morreu ontem num acidente rodoviário. Ele estava no funeral quando o chamamos para a cirurgia do seu filho. Agora que a cirurgia terminou e o seu filho foi salvo, o doutor voltou para o funeral para prestar a última homenagem ao filho dele.

CONCLUSÃO:
NÃO DEVEMOS JULGAR AS PESSOAS, NÃO SABEMOS PORQUE ESSA PESSOA SE COMPORTOU DE CERTO MODO / QUE NÃO LHE AGRADOU.......................

Devemos ter compreensão.


Fonte:  https://www.facebook.com/amorcontagia