Tem um tempo que eu não escrevo nada, mas não é por desinteresse é por falta de internet mesmo...
Bem o que mudou nesse tempo??? Eu estou no Rio Grande do Sul, terra que eu tanto amo. Continuo estudando Gestão em Recursos e Humanos e estou cada vez mais apaixonada pelo curso... moro em uma cidade que eu não conhecia e conheci mais um monte de lugares lindos...
Estou dirigindo... o que é um grande avanço...
Não tenho feito muita diferença no mundo, mas o mundo tem feito grandes diferenças em mim...
Pedaços de uma vivência... de um cotidiano... uma história que vai se criando, dia a dia, ano a ano... fragmentos de virtudes, de defeitos... um pouco de mim, um pouco de mundo, um pouco de tudo...
03/10/2008
23/06/2008
De volta a terrinha
Estou fora de meu Estado, mais de três anos... dois anos sem nem sentir o cheiro do Sul...
Mar eu só via pela TV...
Amigos, por fotos...
Família, conversas pelo fone...
Vida, vendo ir embora...
Tédio, batendo a minha porta...
Tudo mudou, na mudou... todos estão ótimos... eu estou melhor...
Muitas saudades, pouco tempo para sessá-la!!!!
02/02/2008
13/01/2008
Gaúcho cria cerveja de chimarrão
Uma das maiores tradições gaúchas, o hábito de tomar chimarrão, foi parar dentro de uma garrafa de cerveja, ou melhor, virou cerveja com sabor de chimarrão.
A criação é do empresário gaúcho Eduardo Bier Corrêa, 42 anos, que lançou a bebida em dezembro do ano passado no Rio Grande do Sul.
Segundo o empresário, a DaDo Bier Ilex é a primeira cerveja no Brasil produzida com erva-mate (Ilex paraguariensis). A bebida ainda traz ingredientes como lúpulo, água mineral e um blend de maltes importados. "A cerveja é diferenciada, de baixa fermentação, tem alto teor alcoólico e a coloração esverdeada", disse.
Corrêa levou a idéia de produzir a cerveja usando erva-mate para o mestre-cervejeiro Carlos Bolzan. "Foi um trabalho desenvolvido durante um ano e meio. A erva-mate tem algumas semelhanças com o lúpulo, como o amargor e o sabor semelhante ao da cerveja. Apesar disso, os dois ingredientes são completamente diferentes do ponto de vista químico."
Mesa de bar
"O projeto da cerveja começou depois de uma conversa com outro amigo cervejeiro, Marcelo Carneiro, em 2006. Ele me confidenciou que tinha vontade de fazer uma cerveja com erva-mate. Eu disse que a história poderia ser interessante e maturei a idéia", disse Corrêa.
Segundo ele, um dos problemas para se chegar ao resultado final da cerveja Ilex foi a falta de referência para testes. "Não tínhamos como comparar os resultados das análises com as amostras feitas com cerveja de lúpulo. Foi uma mistura complexa. Fizemos alguns testes experimentais em restaurantes no Rio Grande do Sul e percebemos uma boa receptividade do consumidor."
Segundo ele, um dos problemas para se chegar ao resultado final da cerveja Ilex foi a falta de referência para testes. "Não tínhamos como comparar os resultados das análises com as amostras feitas com cerveja de lúpulo. Foi uma mistura complexa. Fizemos alguns testes experimentais em restaurantes no Rio Grande do Sul e percebemos uma boa receptividade do consumidor."
A campanha publicitária destinada ao público gaúcho faz alusão à cultura gaúcha. Em um dos outdoors, a mensagem é a seguinte: "Se beber, não galope". "A receptividade foi impressionante. Inicialmente chegamos a ter receio dos gaúchos mais tradicionalistas, pois mexemos com um dos maiores ícones da região, que é o chimarrão. Foi tudo fascinante", disse Corrêa.
Em outro trabalho de divulgação, aparece a seguinte mensagem: "Mais gaúcha que isso, só se viesse em garrafa térmica".
Em outro trabalho de divulgação, aparece a seguinte mensagem: "Mais gaúcha que isso, só se viesse em garrafa térmica".
A DaDo Bier Ilex foi colocada no mercado nacional em garrafas de long neck e em um kit com copo em forma de cuia e um suporte para copos feito de couro. "Produzimos oito lotes de três mil litros cada, de dezembro para cá. Isso nos permite fazer 2,5 mil caixas com 24 garrafas long neck", disse o empresário.
O foco da produção é o público nacional, mas a cerveja Ilex foi lançada preliminarmente no Rio Grande do Sul. "Já estamos levando o produto para São Paulo. Também queremos atingir o consumidor da Argentina e Uruguai."
02/12/2007
Família! Família! Papai, mamãe, titia Família! Família!
O termo “família” é derivado do latim “famulus”, que significa “escravo doméstico”. Este termo foi criado na Roma Antiga para designar um novo grupo social que surgiu entre as tribos latinas, ao serem introduzidas à agricultura e também escravidão legalizada.
Se nesta época predominava uma estrutura familiar patriarcal em que um vasto leque de pessoas se encontrava sob a autoridade do mesmo chefe, nos tempos medievais (Idade Média), as pessoas começaram a estar ligadas por vínculos matrimoniais, formando novas famílias. Dessas novas famílias fazia também parte a descendência gerada que, assim, tinha duas famílias, a paterna e a materna.
Com a Revolução Francesa surgiram os casamentos laicos no Ocidente e, com a Revolução Industrial, tornaram-se frequentes os movimentos migratórios para cidades maiores, construídas em redor dos complexos industriais. Estas mudanças demográficas originaram o estreitamento dos laços familiares e as pequenas famílias, num cenário similar ao que existe hoje em dia. As mulheres saem de casa, integrando a população activa, e a educação dos filhos é partilhada com as escolas. Os idosos deixam também de poder contar com o apoio directo dos familiares nos moldes pré-Revoluções Francesa e Industrial, sendo entregues aos cuidados de instituições de assistência (cf. MOREIRA, 2001). Na altura, a família era definida como um “agregado doméstico (…) composto por pessoas unidas por vínculos de aliança, consanguinidade ou outros laços sociais, podendo ser restrita ou alargada” (MOREIRA, 2001, p. 22). Nesta definição, nota-se a ambiguidade motivada pela transição entre o período anterior às revoluções, representada pelas referências à família alargada, com a tendência reducionista que começava a instalar-se reflectida pelos vínculos de aliança matrimonial.
Na cultura ocidental, uma família é definida especificamente como um grupo de pessoas de mesmo sangue, ou unidas legalmente (como no casamento e na adoção). Muitos etnólogos argumentam que a noção de "sangue" como elemento de unificação familiar deve ser entendida metaforicamente; dizem que em muitas sociedades e culturas não-ocidentais a família é definida por outros conceitos que não "sangue". A família poderia assim se constituir de uma instituição normalizada por uma série de regulamentos de afiliação e aliança, aceitos pelos membros. Alguns destes regulamentos envolvem: a exogamia, a endogamia, o incesto, a monogamia, a poligamia, e a poliandria.
A família vem-se transformando através dos tempos, acompanhando as mudanças religiosas, económicas e sócio-culturais do contexto em que se encontram inseridas. Esta é um espaço sócio-cultural que deve ser continuamente renovado e reconstruído; o conceito de próximo encontra-se realizado mais que em outro espaço social qualquer, e deve ser visto como um espaço político de natureza criativa e inspiradora.
Assim, a família deverá ser encarada como um todo que integra contextos mais vastos como a comunidade em que se insere. De encontro a esta afirmação, [[JANOSIK e GREEN]], referem que a família é um “sistema de membros interdependentes que possuem dois atributos: comunidade dentro da família e interacção com outros membros” (STANHOPE, 1999, p.492).
Engels em seu livro Origem da família da propriedade privada e do estado, faz uma ligação da família com a produção material,utilizando do materialismo-hitórico-dialético,relacionou a monogamia como "propriedade privada da mulher".
Se nesta época predominava uma estrutura familiar patriarcal em que um vasto leque de pessoas se encontrava sob a autoridade do mesmo chefe, nos tempos medievais (Idade Média), as pessoas começaram a estar ligadas por vínculos matrimoniais, formando novas famílias. Dessas novas famílias fazia também parte a descendência gerada que, assim, tinha duas famílias, a paterna e a materna.
Com a Revolução Francesa surgiram os casamentos laicos no Ocidente e, com a Revolução Industrial, tornaram-se frequentes os movimentos migratórios para cidades maiores, construídas em redor dos complexos industriais. Estas mudanças demográficas originaram o estreitamento dos laços familiares e as pequenas famílias, num cenário similar ao que existe hoje em dia. As mulheres saem de casa, integrando a população activa, e a educação dos filhos é partilhada com as escolas. Os idosos deixam também de poder contar com o apoio directo dos familiares nos moldes pré-Revoluções Francesa e Industrial, sendo entregues aos cuidados de instituições de assistência (cf. MOREIRA, 2001). Na altura, a família era definida como um “agregado doméstico (…) composto por pessoas unidas por vínculos de aliança, consanguinidade ou outros laços sociais, podendo ser restrita ou alargada” (MOREIRA, 2001, p. 22). Nesta definição, nota-se a ambiguidade motivada pela transição entre o período anterior às revoluções, representada pelas referências à família alargada, com a tendência reducionista que começava a instalar-se reflectida pelos vínculos de aliança matrimonial.
Na cultura ocidental, uma família é definida especificamente como um grupo de pessoas de mesmo sangue, ou unidas legalmente (como no casamento e na adoção). Muitos etnólogos argumentam que a noção de "sangue" como elemento de unificação familiar deve ser entendida metaforicamente; dizem que em muitas sociedades e culturas não-ocidentais a família é definida por outros conceitos que não "sangue". A família poderia assim se constituir de uma instituição normalizada por uma série de regulamentos de afiliação e aliança, aceitos pelos membros. Alguns destes regulamentos envolvem: a exogamia, a endogamia, o incesto, a monogamia, a poligamia, e a poliandria.
A família vem-se transformando através dos tempos, acompanhando as mudanças religiosas, económicas e sócio-culturais do contexto em que se encontram inseridas. Esta é um espaço sócio-cultural que deve ser continuamente renovado e reconstruído; o conceito de próximo encontra-se realizado mais que em outro espaço social qualquer, e deve ser visto como um espaço político de natureza criativa e inspiradora.
Assim, a família deverá ser encarada como um todo que integra contextos mais vastos como a comunidade em que se insere. De encontro a esta afirmação, [[JANOSIK e GREEN]], referem que a família é um “sistema de membros interdependentes que possuem dois atributos: comunidade dentro da família e interacção com outros membros” (STANHOPE, 1999, p.492).
Engels em seu livro Origem da família da propriedade privada e do estado, faz uma ligação da família com a produção material,utilizando do materialismo-hitórico-dialético,relacionou a monogamia como "propriedade privada da mulher".
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